Eis aí algumas linhas do que penso ou sinto, exposto pelo gosto que tenho pelo escrever. "O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros." (Confúcio).
domingo, 31 de julho de 2011
Hipóteses
As chances de eu pular de paraquedas não estão nem um pouquinho acima de zero. Embora situações análogas sejam constantes. Assim como "zero" são as chances de saltar, igualmente a chance de eu me esborrachar no chão também. Embora sensações análogas serem possíveis... e o medo disso também. Tanto de saltar, quanto de me esborrachar. Segunda-feira vem chegando e vou descendo, com a mão firme na cordinha...
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Macro foco.
Há muito que busco as palavras certas. Já fiz poemas, escrevi contos, desabafei em linhas escrevendo como vinha o pensamento. Ainda sou muito novo e talvez um dia eu consiga a alquimia das palavras certas. No momento, não sei o que o momento pede: poesia? Uma crônica? Um conto? Escrevo, escrevo, escrevo...
Bom dia a todos. Tá um frio danado aqui no sul.
Bom dia a todos. Tá um frio danado aqui no sul.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
Os ventos mudam vez por outra...
Através da cortina verde-escuro do meu quarto, percebo que há sol la fora. E faz um lindo dia de inverno - sol, frio ameno, sem vento. O mesmo acontece dentro de mim, antagônico momento diante de ontem.
"...se Deus quiser! Tudo, tudo, tudo vai dar pé...".Eu tenho fé. Onde quer que estejas, estou contigo, na constância do meu pensamento.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Tempo virando
Tempo feio lá fora,
chuva sem demora.
O vento assovia,
o céu turva-se.
Fazia sol há pouco,
agora forte ouço,
trovões e ventania.
Há razões, eu sei,
para esta agonia.
O vendaval na rua
está em sintonia.
O que se passa em mim,
descrevo com analogia
ao mesmo temporal,
porém sem fim.
chuva sem demora.
O vento assovia,
o céu turva-se.
Fazia sol há pouco,
agora forte ouço,
trovões e ventania.
Há razões, eu sei,
para esta agonia.
O vendaval na rua
está em sintonia.
O que se passa em mim,
descrevo com analogia
ao mesmo temporal,
porém sem fim.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Tanto para dizer
Tenho tanto para dizer, que é difícil conter a ansiedade, o impulso de fazê-lo. Tem coisas que vou guardar comigo e, quem sabe um dia, poderei dizer, em tom de nostalgia, a saudade antiga à tona, tudo o que não pude, por não saber se era certo - o momento, o ato - de fazê-lo.
"A clave gravou na memória
"A clave gravou na memória
e no peito sinto sem demora
a dor de ter a doce lembrança
da dança da luz sobre nós dois nus.
O teu alvo ombro de encontro
junt'ao meu corpo do qual o calor
ao teu soma-se e nos aquece.
Em tuas costas há uma marca,
que se destaca, tão delicada,
pela adequada sintonia
ao teu ser tão "notas e poesia".
O quanto quero, talvez o saiba,
ter teu tom, tua clave, teu rosto,
junto a mim, ao pé do ouvido,
cantando, sorrindo, feliz enfim."
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Brincando com o tempo
Os blogs possuem uma ferramenta de postagem programada. Hoje estou em viagem à fronteira, logo, postei isto ontem. A funcionalidade dessa ferramenta me fez pensar.
De certa forma, escrever para "publicar amanhã" é algo curioso. Pois escrevi ontem, 20 de julho, com certo humor, num determinado lugar, com um rol de sentimentos. Hoje, pra você que lê, estarei noutro lugar, noutro momento, com outros sentimentos. Se eu não voltar, mesmo assim, ali estará meu post.
Acabo de escrever "ao futuro" e muitas vezes desejei escrever para o passado.
Não sei em que lugar do Estado estarei quando isto for ao ar, mas posso assegurar: vou no sentido contrário ao desejo dos meus pensamentos. Uma ótima quinta-feira a todos - sexta-feira, volto a postar no presente.
De certa forma, escrever para "publicar amanhã" é algo curioso. Pois escrevi ontem, 20 de julho, com certo humor, num determinado lugar, com um rol de sentimentos. Hoje, pra você que lê, estarei noutro lugar, noutro momento, com outros sentimentos. Se eu não voltar, mesmo assim, ali estará meu post.
Acabo de escrever "ao futuro" e muitas vezes desejei escrever para o passado.
Não sei em que lugar do Estado estarei quando isto for ao ar, mas posso assegurar: vou no sentido contrário ao desejo dos meus pensamentos. Uma ótima quinta-feira a todos - sexta-feira, volto a postar no presente.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Poesia pouca
Poesia pouca,
voz rouca,
a rima surda,
palavra curta,
esta turba,
de sentimentos,
desatentos,
em desalento,
sem tato,
sem tempo,
tampouco,
o esboço
do pleno louco,
sereno sentado
no topo do poço,
da borda a contemplar
a corda e o balde,
belos a balançar.
voz rouca,
a rima surda,
palavra curta,
esta turba,
de sentimentos,
desatentos,
em desalento,
sem tato,
sem tempo,
tampouco,
o esboço
do pleno louco,
sereno sentado
no topo do poço,
da borda a contemplar
a corda e o balde,
belos a balançar.
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Dia do Amigo
Sem crédito no celular, não consigo expressar o desejo de um feliz dia do amigo àquelas pessoas que tanto me ajudam, tanto torcem por mim e tanto me querem bem. Há pessoas distantes, a quem eu gostaria de dizer, num abraço bem apertado: "Feliz Dia do Amigo, pra você também".
Aos meus amigos, saibam que meu pensamento está com vocês neste dia, de maneira especial. Não só pelo que fazem por mim, mas pelo fato de vocês serem pessoas incríveis, verdadeiros amigos, que merecem toda a felicidade que a vida vos reserva.
Feliz Dia do Amigo, a todos vocês.
Aos meus amigos, saibam que meu pensamento está com vocês neste dia, de maneira especial. Não só pelo que fazem por mim, mas pelo fato de vocês serem pessoas incríveis, verdadeiros amigos, que merecem toda a felicidade que a vida vos reserva.
Feliz Dia do Amigo, a todos vocês.
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Dia do Amigo
terça-feira, 19 de julho de 2011
Finalmente, ajuda
Não sei quais palavras serão as mais adequadas. Neste momento apenas obedeço ao impulso de escrever, diante desta vontade que, como sempre, surge não sei de onde, sem hora nem lugar, e só passa quando as linhas já se vão, formando frases nem sempre coesas.
Finalmente, ajuda. Não relutei um momento sequer e já agora vejo o bem que isto me fez. Só o fato de ter desabafado, de ter exposto o que se passa, já foi um alívio. Segunda-feira que vem, o diagnóstico talvez.
Algumas Linhas seguem em reforma. E eu também.
Finalmente, ajuda. Não relutei um momento sequer e já agora vejo o bem que isto me fez. Só o fato de ter desabafado, de ter exposto o que se passa, já foi um alívio. Segunda-feira que vem, o diagnóstico talvez.
Algumas Linhas seguem em reforma. E eu também.
domingo, 17 de julho de 2011
Caminhos
Sentado ao lado do fogão à lenha, não percebo que o fogo se estingue. Meus pensamentos estão perdidos, dispersos em diversas direções, sem um objetivo específico, embora muitos deles estejam bem decididos quanto ao seu rumo.
Definitivamente, não é mais um momento de indecisão. Saber o que precisa ser feito e onde se quer chegar, por ora me é bem claro. Os meios para isso não são do todo o maior problema. A vida, nesta sua constante e por tantas vezes incompreensível dança, nos priva de algo, ou melhor, protela nossos sonhos, e noutra hora, nos fornece meios e oportunidades de irmos em busca deles.
Penso ser esta a forma que a vida nos instiga a fazer por merecer. Há pouco, eu reclamava dos meus "sei lá". Agora eu posso dizer: lá, sei que quero chegar. Estou feliz por saber ao menos que a vida não me tirou por completo esta possibilidade, embora urge de movimento e foco.
Desta vez eu parto mais forte, ou menos enfraquecido: é uma questão de contabilizar os carinhos diante dos arranhões. Os primeiros, guardo com o mesmo carinho. Os últimos, assopro, ergo-me, e vou-me.
Daqui a um ano, verei onde a vida me levou. Não deixarei dúvidas: desejo muito que me leve para perto, muito perto, do que desejo.
Aqui, sempre algumas linhas do que penso e sinto, do que vivo - do que eu sou - exposto aqui pelo gosto de escrever, por às vezes precisar desabafar, pra nunca desistir.
Definitivamente, não é mais um momento de indecisão. Saber o que precisa ser feito e onde se quer chegar, por ora me é bem claro. Os meios para isso não são do todo o maior problema. A vida, nesta sua constante e por tantas vezes incompreensível dança, nos priva de algo, ou melhor, protela nossos sonhos, e noutra hora, nos fornece meios e oportunidades de irmos em busca deles.
Penso ser esta a forma que a vida nos instiga a fazer por merecer. Há pouco, eu reclamava dos meus "sei lá". Agora eu posso dizer: lá, sei que quero chegar. Estou feliz por saber ao menos que a vida não me tirou por completo esta possibilidade, embora urge de movimento e foco.
Desta vez eu parto mais forte, ou menos enfraquecido: é uma questão de contabilizar os carinhos diante dos arranhões. Os primeiros, guardo com o mesmo carinho. Os últimos, assopro, ergo-me, e vou-me.
Daqui a um ano, verei onde a vida me levou. Não deixarei dúvidas: desejo muito que me leve para perto, muito perto, do que desejo.
Aqui, sempre algumas linhas do que penso e sinto, do que vivo - do que eu sou - exposto aqui pelo gosto de escrever, por às vezes precisar desabafar, pra nunca desistir.
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indo em busca
sábado, 16 de julho de 2011
Sobre sonhos
A liberdade pertence àqueles que não acorrentam seus sonhos. O chance de sucesso está naqueles que instigam seus sonhos. A felicidade é plena, àqueles que não desistiram e vêem seus sonhos concretizados.
Algumas Linhas em reformas daqui pra frente.
Algumas Linhas em reformas daqui pra frente.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Escolhas
Chegou o momento, eu acho, em que devo fazer uma escolha. E como novo princípio assumido de uns tempos para cá, só perco tempo com escolhas relevantes. E esta é uma dessas. Simples de explicar, nem tanto de se resolver: tenho que escolher entre me preocupar em curtir a época boa me preocupando ou não com a obviedade de que "isto também irá passar".
Olho para a janela com grades e através dela vejo uma nesga do céu cinza, desse dia nem quente nem frio, mas úmido, permeado por uma chuva reticente. Sei lá... e tenho dito tanto "sei lás" ultimamente. Às vezes penso que me cansarei no momento seguinte com essa repetição cansativa de "estado provisório" que minha vida assume. Quase tudo parece ser provisório. Por isso, sei lá... Sabe-se lá se quando lá eu chegar, saberei. Se agora viajo em devaneios sem sentido, isto até me conforta um pouco: nisto, não foi diferente até aqui.
Tenho pensado em algumas revoluções. Porém, só o que consegui foram bons motivos para repensar as ações. Ando sempre inconformado. Por isso, minha inconformação já está conformada consigo mesma.
Olho para a janela com grades e através dela vejo uma nesga do céu cinza, desse dia nem quente nem frio, mas úmido, permeado por uma chuva reticente. Sei lá... e tenho dito tanto "sei lás" ultimamente. Às vezes penso que me cansarei no momento seguinte com essa repetição cansativa de "estado provisório" que minha vida assume. Quase tudo parece ser provisório. Por isso, sei lá... Sabe-se lá se quando lá eu chegar, saberei. Se agora viajo em devaneios sem sentido, isto até me conforta um pouco: nisto, não foi diferente até aqui.
Tenho pensado em algumas revoluções. Porém, só o que consegui foram bons motivos para repensar as ações. Ando sempre inconformado. Por isso, minha inconformação já está conformada consigo mesma.
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domingo, 3 de julho de 2011
Manhã de domingo
Resolveu-se o sol erguer-se preguiçoso daquele lado do céu. O descaso deste astro não é, entretanto, o único culpado pelo frio que assola as bandas de cá. Tampouco o inverno que muito menos preguiçoso, faz suas corridas matinais, suas jornadas noturnas, e com afinco atua o dia todo. Por sinal, andou empolgado por estes dias, mandando uma garoa gélida - é um exibicionista, pois um povo espera neve na serra!
O frio, como ia dizendo, tem também por culpada, ou em tempo de corrigir-me, o frio é acentuado, pela culpa de um fenomenal espaço de chão, por culpa de uma "psicologicamente extendida" semana pela frente, pelo friozinho - semente? - na barriga, que sinto diante do sol que nasce para mim por meios eletrônicos, vez por outra, num largo sorriso que vejo.
O frio, como ia dizendo, tem também por culpada, ou em tempo de corrigir-me, o frio é acentuado, pela culpa de um fenomenal espaço de chão, por culpa de uma "psicologicamente extendida" semana pela frente, pelo friozinho - semente? - na barriga, que sinto diante do sol que nasce para mim por meios eletrônicos, vez por outra, num largo sorriso que vejo.
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