Estou prestes a mergulhar - pra ser levado por uma nova correnteza. Tarde, o ano começa agora para mim. Antes do mergulho, que fatalmente me privará do tempo para escrever, mas sem dúvida me dará nova vida para ter o quê escrever, queria registrar o que espero ser o último ato desse drama que prolonguei por alguns meses:
"Je t'aime trés! Et, Je suis à toi, pour toujours! Mon amour, Je suis manque toi... baisers, bonne nuit."
Proferir com verdade e crer com fé nisto, é fato, somente eu. Até hoje. Quando fui acusado de exibicionista, por escrever um pequeno texto em francês, escrevia apenas por saber que gostava tanto deste idioma que talvez se sentisse feliz. Mas não. Além de tudo, eu não me importava com as pessoas, não é? No fim, a única verdade é que eu resolvi me importar com apenas uma, por considerar sua fragilidade, sua solidão, sua dor. Sonhei com dia em que finalmente veria a solidez, a felicidade, a alegria habitar, enfim, aquele ser. HÁ! Não cheguei a ver o que já havia ali, e que já dispensava meus cuidados, que já minavam minhas forças, roubavam minha identidade - minha sanidade sorrateiramente esvaíndo-se...
Eu estou livre, daquilo no que fui meu próprio carcereiro: tua felicidade!
Votre rêve, oui, maintenant sans moi!
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